Bom dia pessoal, estou de férias mas só do trabalho, o Palmeiras não me deixa descansar, o que está acontecendo, o time não consegue marcar um só gol no atletico? Pelo amor de Deus, ta ficando complicado, assim vamos ter que lutar para não cair, tem que contratar, não adianta ficar com esses atacantes que temos, tem que ser outro técnico, senão é segunda divisão, a noticia boa foi a Arena, em 2012 vou estar lá na inauguração, só espero que o nosso amado Palmeiras esteja na primeira divisão…(sai zica), abraços a todos… sou mais Palmeiras…
Imagem em homenagem ao nosso amado Palmeiras
Notícia muito boa….
PACAEMBU. OU MELHOR:’PALESTRA COVER’.
Segundo estádio do Palmeiras completa 70 anos nesta terça-feira
Parabéns!
O futebol paulistano estará em festa nesta terça-feira. Afinal, um de seus mais conhecidos cartões postais completa 70 anos de vida. O Estádio Municipal Paulo Machado de Carvalho, que nasceu apenas Estádio do Pacaembu, pode não ostentar hoje a mesma imponência que teve no passado, mas certamente continua sendo o mais simpático, bem localizado e querido de nossa Cidade.
A relação Pacaembu/Palmeiras é antiga e extremamente importante para o nosso clube. Tudo começou, como sabemos, logo em sua inauguração, em 27 de abril de 1940, quando goleamos o Coritiba/PR por 6 a 2. Um domingo mais tarde, uma nova vitória nos transformou no primeiro campeão do novo palco do futebol brasileiro. A vítima? A que mais preferimos e a que mais se acostumou a sê-la: o Corinthians/SP.
De lá para cá, o Pacaembu se transformou no segundo estádio em que mais vezes atuou o Verdão – só o supera, claro, o nosso Palestra Itália. Ao todo, o Palmeiras disputou 955 partidas no estádio municipal, tendo vencido 487, empatado 255 e perdido 213.
Em termos de conquistas no local, nenhum outro clube do País nos supera. Sem que levemos em conta competições amistosas ou semi-amistosas (como o Torneio Início, por exemplo), foram nada mais, nada menos do que 17 taças levantadas. Confira:
7 Campeonatos Paulistas: 1940, 1942, 1950, 1959, 1963, 1965 e 1972.
4 Taças Cidade de São Paulo: 1945, 1946, 1950 e 1951
2 Torneios Rio-São Paulo: 1951 e 1993
1 Torneio de Inauguração: 1940
1 Taça Brasil: 1960
1 Torneio Roberto Gomes Pedroza: 1967
1 Campeonato Brasileiro: 1994
Depois de todas estas informações, fica a pergunta: com base em quais dados certa equipe que nem estádio decente possui vive alardeado que o Pacaembu é a sua casa?
Texto de Marcio Trevisan
SALVEM O PALMEIRAS!
Já que o departamento de marketing do Palmeiras não funciona mesmo – e o diário de esportes Lance – traduz, em números, o que eu, por coincidência disse no programa No Pique, o que fazer? Deixar morrer um gigante por falta de avantis vendidos ou por falta de público nos estádios?
Os números são alarmantes: foram vendidos 1.937 programas de sócio torcedor, em seis meses. Meu Deus, que fracasso! A média de público caiu para cerca de 8 mil pessoas, inferior ao público que, em 1949, quando a cidade não chegava a 3 milhões de habitantes, Jair Rosa Pinto fez seu primeiro treino no Pameiras.
Quanto ao marketing, já dei minha opinião, e como sei lá que providencias o presidente Beluzzo está tomando (se é que está), chamo a atenção da torcida para um detalhe: o Palmeiras contratou Vítor, Léo, Marcos Assunção, Lincoln – entre outros – e está, eu sei, interessado em Valdívia, Deivid ou Ernesto Farias (pessoalmente prefiro Farias, argentino, de arremate sutil e, embora dono de outro estilo, puxa a minha memória para Artime – grande goleador palestrino).
Assim, creio que a torcida está sendo injusta com o Palmeiras. No domingo a noite, conversando com Luís Paulo Rosemberg, que conseguiu para o Corinthians o quarto maior patrocínio do mundo, ele me disse que “A Fiel é que tem os méritos”.
Foi elegante, mas pergunto: é preciso ter os craques de um Real Madri para a torcida mostrar seu amor pelo clube, salvando-o das dificuldades financeiras? Isso é ser palestrino? Sinto muito, não é só o clube que corre perigo; o que é mais delicado, está se perdendo o espírito de ser palestrino, o que é mais grave do que as deficiências do markerting ou as falhas de uma parceria que está longe do ideal.
Tomara que eu esteja enganado. Mas não sei, não.
Texto de Roberto Avallone.













